A noiva

A Tainá trabalhava na recepção e eu na área técnica junto com muitos colegas, adorávamos quando ela de minissaia branca, tinha um cabelo preto liso que chegava perto da bunda e olhos negros contrastando com a pele branca. Sempre muito séria e não dava bola pras cantadas que recebia todos os dias, até que aceitou meu convite pra sair depois do trabalho, marcamos longe da empresa pra ninguém ver, levei num barzinho que servia uma bebida no abacaxi, enquanto esperava a bebida chegar ela passava suavemente os seios na minha mão que pousava no canto da mesa, aquilo estava me deixando louco, perguntei sobre a festa de aniversario que tinha passado no fds, ela me contou que tinha ficado noiva na ocasião então brinquei que agora o chifre era oficial no noivo dela, bebidas e risadas, fomos para uma praça andar um pouco, ela me perguntou que eu queria fazer, disse que pra começar um sexo oral ali mesmo seria perfeito, não teve dúvidas, abriu minha calça, ajoelhou e começou a chupar, meia hora intensa e gozei na boca dela, ela me xingou e disse que detestava isso cuspindo tudo, este foi o começo de três anos, Tainá adorava chupar, era capaz de passar horas sem cansar e adorava transar também, saía do banho com aquele cabelão molhado, vestida apenas com uma camisa social minha, pegava meu pau e chupava me olhando nos olhos, meia hora assim e sentava no meu pau e metia muito gemendo até eu gozar, então reduzia os movimentos sentindo meu pênis diminuir dentro dela e dizia pra não tirar de dentro, deixava encaixado enquanto falávamos sobre os assuntos bobos do cotidiano, ela esperava uns vinte minutos e começava e rebolar pra deixar meu pau crescer dentro da bucetinha e novamente metia feito uma louca. No serviço éramos discretos, mas sempre surgia um boato que eu transava com a Tainá, eu nunca confirmei nada, um dia nosso chefe me perguntou diretamente se eu comia, disse rindo que não, afinal ela era noiva e eu como todo homem, se estivesse comendo, contaria pra todos. As viagens de carro era uma delicia com a Tainá, na estrada ela depois de me chupar, montava no meu pau metia muito e isso com o carro em movimento e na cidade, mesmo no transito parado e as vezes ao lado de ônibus ela não se importava com o público e me chupava sempre, apenas não podia gozar na boca dela, tinha nojo e dizia que porra era só pra buceta.


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