No estádio eu deixo

Ana Maria era descendente de índios, aquele cabelo liso, preto e impossível de dar um nó, tenha cheiro muito bom de flor. Ela não tinha mais nenhum pelo no corpo inteiro, a pele morena como se tomasse sol nua todo o verão me deixava louco de vontades, ela não queria deixar de ser virgem mas isso só da boca pra fora, quando estava perto de mim, os lábios ficava vermelho como se tivesse acabado de passar batom. Ela estava sempre segurando minhas mãos para não tocar a bucetinha, um dia segurei as mãos dela e percebi que ela impedia, pois estava sempre molhadinha, enfiei meu dedo nela e gemeu gostoso. Disse que ainda não estava preparada pra fazer sexo, mas que eu seria o primeiro a ter ela completamente. Tive que viajar por dois meses e quando voltei ela me contou que se masturbava todos os dias lembrando da minha mão dentro dela, disse que a minha língua faria ela ter um orgasmo, perguntei se ela estava pronta pra ser minha e ela disse que sim, mas com uma condição, teria que ser em um estádio de futebol, pra ser diferente de todas. Fomos no estádio da cidade, não tinha muita gente como ela deve ter fantasiado, mesmo assim ela estava muito molhada e me deu na arquibancada assistindo um jogo treino. As outras vezes fomos para a cama, aquele corpo nu é inesquecível e os gemidos mais ainda.


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